Olás!
Estou expondo desenhos na exposição "Um olhar para o sertão: uma homenagem a Guimarães Rosa", no CREA Cultural aqui em BH. O folder abaixo informa o local da exposição que também conta com exposição de pinturas e diversos eventos! Imperdível.
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terça-feira, 25 de novembro de 2014
terça-feira, 29 de julho de 2014
"A moça..." ganha prêmio!
Meu curta "A moça que existe em meus sonhos" ganhou o prêmio de Melhor Filme segundo o Juri Popular do 4° Festival do Audiovisual Sercine!!
Prometi que se ganhasse algum festival faria uma ilustração comemorativa! E já são dois! que felicidade!
Embora quisesse muito ir a Aracaju conferir o festival infelizmente não foi possível, mas (de novo) um "Amigo" pegou o "caneco" pra mim!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Na espera...
Como as estrelas do Tudestória esperam o filme ficar pronto?
Ficou pronto!! Veja o filme completo em:
https://youtu.be/snC9xieyv3o
Ficou pronto!! Veja o filme completo em:
https://youtu.be/snC9xieyv3o
terça-feira, 27 de novembro de 2012
"A moça..." ganha prêmio!
Prometi que se meu filme "A moça que existe em meus sonhos" ganhasse algum festival faria uma ilustração comemorativa!
Melhor animação no Curta Taquary! Infelismente não pude ir a Taquaritinga do Norte pegar o caneco, mas um "Amigo" pegou pra mim! Hehe!
Melhor animação no Curta Taquary! Infelismente não pude ir a Taquaritinga do Norte pegar o caneco, mas um "Amigo" pegou pra mim! Hehe!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
O caderno secreto de Lori

"Quando o obsceno é revelado no olhar de uma criança"
Há alguns meses tive o prazer de assistir o espetáculo teatral "O caderno secreto de Lori", um monólogo de Jéssica Azevedo com direção de Marcelo Rocco, adaptação do livro "O caderno rosa de Lori Lamby" de Hilda Hist.
Já conhecia a sinopse da peça, por conta de amigos e da própria Jéssica, que havia falado um pouco do processo de criação e acabou comentando uma coisa ou outra do enredo, mas sinceramente nada me prepararia para o espetáculo.
A peça "aborda temas referentes à sexualidade humana, à relação do prazer e do desejo, ao abuso e exploração sexual infantil, à pedofilia, à erotização infantil e da mulher, ao consumismo, à banalização do sexo”.
Minha memória não é das melhores, mas lembro bem das bonecas mutiladas na entrada, do clima pesado quase aterrorizante, de haver algumas caixas no palco, de ver a atriz vestida de menina... a partir daí não me lembro de nada com tantos detalhes, fui engolido pela história; as caixas e a atriz desapareceram, restou apenas uma menina de oito anos com seu jeito meigo, doce e ingênuo relatando suas experiências sexuais com adultos inescrupulosos, de uma forma tão sincera, tão infantil, como se estivesse contando sobre alguma brincadeira... é paradoxal... desconfortável... um verdadeiro tapa na cara.
Estava tão impressionado que cheguei a ficar nervoso com as risadinhas de algumas pessoas da platéia, mesmo sabendo que se fosse um personagem adulto no lugar da menininha contando aquelas coisas elas seriam engraças...
Lori é uma criança aniquilada pelo comportamento sexual dos adultos, pela publicidade "sex", nosso modelo de beleza cada vez mais jovem, e principalmente por quem deveria protegê-la. Lori é uma vítima e não faz a menor idéia disso, e isso é grande sacada da peça, ela não é uma propaganda do governo dizendo que pedofilia é "feio", mas é um retrato de quanto ela é perversa.
Um espetáculo forte e impressionante, que recomendo a todos, seja você um aficionado, ou como eu, que faz visitas esporádicas ao teatro.
A peça foi vencedora de 4 prêmios no FETO (Festival Estudantil de Teatro), incluindo o de melhor atriz, direção e espetáculo.
Há alguns meses tive o prazer de assistir o espetáculo teatral "O caderno secreto de Lori", um monólogo de Jéssica Azevedo com direção de Marcelo Rocco, adaptação do livro "O caderno rosa de Lori Lamby" de Hilda Hist.
Já conhecia a sinopse da peça, por conta de amigos e da própria Jéssica, que havia falado um pouco do processo de criação e acabou comentando uma coisa ou outra do enredo, mas sinceramente nada me prepararia para o espetáculo.
A peça "aborda temas referentes à sexualidade humana, à relação do prazer e do desejo, ao abuso e exploração sexual infantil, à pedofilia, à erotização infantil e da mulher, ao consumismo, à banalização do sexo”.
Minha memória não é das melhores, mas lembro bem das bonecas mutiladas na entrada, do clima pesado quase aterrorizante, de haver algumas caixas no palco, de ver a atriz vestida de menina... a partir daí não me lembro de nada com tantos detalhes, fui engolido pela história; as caixas e a atriz desapareceram, restou apenas uma menina de oito anos com seu jeito meigo, doce e ingênuo relatando suas experiências sexuais com adultos inescrupulosos, de uma forma tão sincera, tão infantil, como se estivesse contando sobre alguma brincadeira... é paradoxal... desconfortável... um verdadeiro tapa na cara.
Estava tão impressionado que cheguei a ficar nervoso com as risadinhas de algumas pessoas da platéia, mesmo sabendo que se fosse um personagem adulto no lugar da menininha contando aquelas coisas elas seriam engraças...
Lori é uma criança aniquilada pelo comportamento sexual dos adultos, pela publicidade "sex", nosso modelo de beleza cada vez mais jovem, e principalmente por quem deveria protegê-la. Lori é uma vítima e não faz a menor idéia disso, e isso é grande sacada da peça, ela não é uma propaganda do governo dizendo que pedofilia é "feio", mas é um retrato de quanto ela é perversa.
Um espetáculo forte e impressionante, que recomendo a todos, seja você um aficionado, ou como eu, que faz visitas esporádicas ao teatro.
A peça foi vencedora de 4 prêmios no FETO (Festival Estudantil de Teatro), incluindo o de melhor atriz, direção e espetáculo.
Está em curtíssima temporada no teatro Marília aqui em BH: dias 26 e 27 (sábados e domingo) às 20h.
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